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quarta-feira, 6 de julho de 2011

VOCÊ SABE QUAL É A MELHOR LÂMPADA PARA LEITURA?

Nada é melhor do que a luz natural do dia para ler e estudar, mas quando ela não for suficiente o ideal é mesclar diferentes tipos de iluminação.



Como podemos iluminar melhor o local destinado à leitura? Nesse lugar, onde a iluminação adequada é tão importante, deve-se perder um pouco de tempo avaliando como iluminar o local ou pedindo auxílio para um profissional em iluminação.



O segredo, é encontrar a medida certa, nem luz demais nem luz de menos.

Lâmpadas fluorescentes tubulares ou compactas podem tornar o local agradável, sem desperdiçar energia. Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, uma pessoa no ambiente em que trabalha precisa de uma intensidade de luz que varia entre 500 e 600 lux, duas lâmpadas tubulares fluorescentes de 32 watts podem chegar nestes níveis dependendo do tamanho do espaço a ser iluminado e das cores do ambiente. No cantinho da leitura queremos um ambiente bem parecido, dessa maneira, podemos nos basear nessas informações, porém, o auxílio de um profissional de iluminação se faz necessário.



A cor da luz também é importante. As lâmpadas que emitem luz que puxam para o branco azulado são uma boa escolha pois elas estimulam o trabalho, lâmpadas que emitem luz nas cores quentes ou branco amareladas por sua vez, estimulam a pessoa a relaxar. Isso pode ser verificado nas embalagens das lâmpadas seja na descrição “luz fria”, luz branca”, ou, através da descrição da temperatura de cor: Ex.: 2700K (amarela); 4100K (branca neutra, ou, luz morna); 6500K (branca fria, ou, branco “azulado”)

Nos ambientes onde a leitura é auxiliada pelo monitor do computador, por sua vez, a luz do ambiente pode ser mais fraca, em torno de 500 lux.



Para salas muito amplas, o ideal é uma iluminação mais difusa, pois a iluminação dirigida a certos pontos cria espaços de sombra e um efeito cansativo.

Em empresas, se não quiser gastar demais com lâmpadas fluorescentes tubulares, pode-se usar também luminárias individuais que por outro lado são esteticamente mais agradáveis.



Hoje em dia, além das lâmpadas fluorescentes, também existe a opção do LED, que permitem a regulagem da cor no mesmo ambiente, de modo a buscar a luz branco azulada para leitura ou amarelada para relaxamento.

E também existe a possibilidade de combinar fluorescentes com dicróicas. Após a leitura, desliga-se a iluminação de luz branca e usa-se somente a dicróica, de tom mais amarelado.


Fonte: www.lampadasgolden.com.br

domingo, 22 de maio de 2011

Conheça um pouco mais sobre as lâmpadas eletrônicas

As Lâmpadas Econômicas Compactas Fluorescentes FLC são apontadas, ano a ano, segundo pesquisa realizada pela ACNielsen, como as mais vendidas do Brasil. Isto se deve principalmente ao fato do seu ótimo custo-benefício, aliando qualidade e economia ao produto final. Além da vida mediana longa e do baixo consumo de energia, podem ser rosqueadas nos mesmos bocais das tradicionais lâmpadas incandescentes, pois ambas possuem soquetes E-27. Que não precisam de reator e starter, pois possuem reator eletrônico integrado, ou seja, seu acendimento é imediato e por serem compactas, se adaptam a uma variedade maior de luminárias.
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Vantagens:
  • 80% de economia de energia;
  • 1 ano de garantia;
  • 6 anos de duração*;
  • Baixa emissão de calor;
  • Acendimento imediato;
  • Iluminação constante sem efeito estroboscópico;
  • Maior fidelidade na reprodução das cores;
  • Oferecem vários modelos e medidas;
  • Podem ser utilizadas em qualquer posição;
  • Soquete E-27, padrão em residências, comércios, escritórios e peças de decoração.
Maior longevidade:
Para proporcionar uma maior longevidade do produto, alguns cuidados devem ser tomados:
  • Não expor a lâmpada a condições bruscas de temperatura que excedam os limites de operação (-8ºC a 45ºC);
  • Sensível ao contato constante com poeira e umidade;
  • Não permitir o contato ou imersão em líquidos;
  • Instalar em luminárias que ofereçam condições apropriadas ao produto garantindo ventilação;
  • Procure dar intervalos de 15 minutos entre um acendimento e outro, e preferencialmente que seja acionada até 8 vezes por dia;
  • Recomendamos não utilizar com sensores eletrônicos.
Eficiência Luminosa:
A Eficiência Luminosa é a relação entre a energia luminosa e a energia elétrica, sendo medida em lm/W. Quanto maior o índice de Eficiência Luminosa, maior será a economia de energia.
Tonalidades de cor:
Quando falamos em luz quente ou fria, não estamos nos referindo ao calor físico da lâmpada, e sim a tonalidade de cor que ela apresenta ao ambiente. As tonalidades nas lâmpadas são medidas pela temperatura de cor Kelvin (K). Por isso quanto maior o K, mais clara será sua luz.
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A cor branca (Day) é indicada para ambientes de produtividade ou consumo, como escritórios, lojas, escolas, áreas de serviço, copa, cozinha, garagem e outros.
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A cor amarela (Warm) tem a mesma aparência das lâmpadas incandescentes, ideal para locais onde se deseja um lugar aconchegante e tranqüilo, como dormitórios, salas e outros
Fonte:http://www.flc.com.br/empresa.php
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terça-feira, 12 de abril de 2011

COMPARE O CONSUMO DAS PRINCIPAIS LÂMPADAS NO MERCADO


Questão de luz
Campeãs de consumo, as lâmpadas incandescentes já estão com os dias contados na Europa. Mas sua reciclagem é bem mais simples que a das fluorescentes. Já o led, durável e econômico, exige um alto investimento inicial. Difícil decisão? Siga as dicas dos especialistas

Giuliana Capello, Maggi Krause e Marcio Moraes
Especial Casa Sustentável 2010 – 09/2010

Enquanto aqui no Brasil o assunto só ganha o noticiário quando acontece um apagão, a União Europeia planeja medidas drásticas. Substituir as lâmpadas incandescentes por opções mais eficientes (de modo progressivo, claro) é lei desde março de 2009. A meta: reduzir o consumo de eletricidade em 80 terawatts por hora até 2020 - o equivalente ao consumo da Bélgica ou de 23 milhões de lares europeus! 

Mas por que esse tipo de lâmpada tem fama de vilão? De toda a energia elétrica necessária para que ela funcione, pouco (entre 8 e 15%) transforma-se em luz, o restante vira calor. Só na Europa, 32 milhões de toneladas de carbono são despejadas na atmosfera por ano, segundo a Comissão de Energia da UE. Então as fluorescentes irão reinar? Por lá, sim. Mesmo contendo mercúrio, mais complicado de reciclar, será fácil devolver lâmpadas em postos de coleta .

Especialistas brasileiros ponderam que a substituição precisa de critérios. "Ao acender, a fluorescente consome quase 50% mais do que gasta para se manter ligada", explica Carlos Eduardo Uchôa Fagundes, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux). Por isso, em locais de uso rápido, como despensas e lavabos, sua vida útil diminui e ela perde a vantagem econômica.

"A incandescente, nessas condições, é mais adequada. Use um sensor de presença ou um dimmer para reduzir o consumo", ensina o designer Guinter Parschalk, especialista em iluminação. "Em ambientes que pedem aconchego, a incandescente se faz insubstituível", avalia o designer Fernando Prado. Na comparação, esse tipo de lâmpada leva vantagem em outros dois quesitos: tem produção nacional - a maioria dos bulbos compactos vem da China - e reciclagem bem mais simples, um alívio do ponto de vista ambiental.

Qualquer que seja a escolha, alguns comportamentos devem mudar. "Arquitetos e engenheiros precisam buscar um ponto de equilíbrio entre a iluminação natural e a artificial e usar lâmpadas de alto desempenho energético, sem deixar de lado o conforto", defende o arquiteto paulista Marcio Moraes, que bolou a tabela comparativa acima. Analisando-a, se observa que a diferença no total de custos vem do consumo de energia. E que os sistemas 1 e 2 possuem índice de reprodução de cor (IRC) igual a 100%, ou seja: as cores dos objetos não se alteram. A opção com led (diodo emissor de luz) promove menor gasto de energia, mas custa mais. "Ainda é algo novo, com preços altos. O desenvolvimento de novas tecnologias tende a reduzi-los", avalia o designer Fernando Prado.

O ciclo de vida do led é mais sustentável: não há contaminação no descarte e o alumínio ou o aço da estrutura podem ser reciclados. "Por durarem muitos anos, vão bem em áreas de difícil acesso, como piscinas, sancas e jardins", diz Guilherme Sartori, gerente de produtos da Osram. Também funcionam bem em locais onde se precisa da luz durante todo o dia, como em elevadores e halls de condomínios. "Nesses casos, a economia de energia é significativa", diz o engenheiro Luiz Nilton Palladino, da Soliton, indústria de tecnologia em led. Segundo ele, em obras com muitas luminárias o cabeamento da energia sai mais em conta, pois são utilizados cabos com bitola menor. "Além de possuir tons variados, o led não emite raios infravermelho e ultravioleta, por isso não prejudica a pele das pessoas e não gera calor, reduzindo o consumo de ar condicionado", explica Nilton.

DESCARTE RESPONSÁVEL
Cerca de 6 milhões de lâmpadas fluorescentes são descartados anualmente no Brasil. A reciclagem, porém, não chega a 4% desse total. "Isso vira um problema ambiental em função da presença do mercúrio, que vai para o solo e os lençóis freáticos", alerta Carlos Pachelli, da Tramppo, tel. (11) 3039-8382, empresa paulista que recicla o material. Em São Paulo, as lojas Dominici e La Lampe passaram a coletar o resíduo dos clientes.

OUTRAS RECICLADORAS:
• Bulbox, tel. (41) 3357-0778, Curitiba.
• Recicle, tel. (47) 3333-5055, Indaial, SC.
• Recitec, tel. (31) 3213-0898, Belo Horizonte. 
Veja outras no site www.coletasolidaria.gov.br.

A conta na ponta do lápis
Para iluminar um ambiente de 15 m2, com pé-direito de 2,80 m, forro branco, paredes em tom areia e piso de madeira, três lâmpadas incandescentes comuns de 100 w garantem a iluminância média (150 lux), recomendável pela Norma NBR 5 413 para atividades gerais em uma residência. Veja o que acontece quando substituímos essas lâmpadas por outras equivalentes, mas com tecnologias diferentes. Compare e economize!

SISTEMA 1
3 lâmpadas comuns incandescentes (R$ 2,50 e 100 w cada)
Fluxo luminoso nominal - 1 620 lúmens
Índice de reprodução de cor - IRC - 100%
Quantidade média de luz no ambiente - 150 lux
Vida média da lâmpada - 750 horas
Gasto com compra de lâmpadas em 1 ano - R$ 10
Energia gasta em 1 ano - R$ 126
Total de gastos em 1 ano - R$ 136

SISTEMA 2
3 lâmpadas halógenas energy saver (R$ 6,50 e 70 w cada)
Fluxo luminoso nominal - 1 450 lúmens
Índice de reprodução de cor - IRC - 100%
Quantidade média de luz no ambiente - 135 lux
Vida média da lâmpada - 2 mil horas
Gasto com compra de lâmpadas em 1 ano - R$ 9,75
Energia gasta em 1 ano - R$ 88,20
Total de gastos em 1 ano - R$ 97,95

SISTEMA 3
3 lâmpadas fluorescentes compactas (R$ 18,50 e 23 w cada)
Fluxo luminoso nominal - 1 400 lúmens
Índice de reprodução de cor - IRC - 80 a 89%
Quantidade média de luz no ambiente - 130 lux
Vida média da lâmpada - 6 mil horas
Gasto com compra de lâmpadas em 1 ano - R$ 9,25
Energia gasta em 1 ano - R$ 28,98
Total de gastos em 1 ano - R$ 38,23

SISTEMA 4
3 lâmpadas led (R$ 206 e 8 w cada)
Fluxo luminoso nominal - 600 lúmens
Índice de reprodução de cor - IRC - 80%
Quantidade média de luz no ambiente - 123 lux
Vida média da lâmpada - 70 mil horas
Gasto com compra de lâmpadas em 1 ano - R$ 25,75 (total diluído em 24 anos)
Energia gasta em 1 ano - R$ 10,16
Total de gastos em 1 ano - R$ 35,91

Compare e economize!!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

ALGUNS MITOS E VERDADES SOBRE AS LÂMPADAS FLUORESCENTES


Que as lâmpadas fluorescentes são muito mais econômicas, isso todo mundo sabe. Mas há certas crendices sem fundamento em relação à sua segurança para a saúde. 



Mito 1: Lâmpada fluorescente faz mal à visão. 


Isso não é verdade. De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), pouca luz, computador, televisão, videogame ou muito estudo não enfraquecem a visão, podem causar cansaço e irritabilidade nos olhos. E se o ambiente onde estão é iluminado com lâmpada fluorescente, a culpa não é da luz e sim do esforço visual. E mesmo assim, cansaço e irritabilidade são passageiros e não permanentes.


Mas a idéia que as lâmpadas fluorescentes faziam mal não é completamente infundada. Antigamente, os equipamentos eram mais precários e podiam causar algum tipo de estresse visual. Isso porque os reatores eram mais simples e trabalhavam em 60 ciclos / hertz (unidade de medida de ciclos, oscilações ou freqüências por segundo, descoberto pelo físico alemão Heinrich R. Hertz). Isso provocava o efeito estroboscópico, gerando estresse visual.
Hoje, as lâmpadas fluorescentes de qualidade funcionam com reatores eletrônicos de alta freqüência, na faixa de 35 mil ciclos / hertz, sem nenhum efeito de “pisca-pisca” e portanto sem ocasionar nenhum desconforto visual.


Mito 2:  A luz das lâmpadas fluorescentes faz mal à pele. 


Isso não é verdade. A quantidade de radiação ultra-violeta emitida pela tela dos computadores e pela luz destas lâmpadas é muito pequena e insuficiente para causar danos à pele.


Um estudo feito pela National Electrical Manufacturers Association (NEMA), demonstrou que o nível de exposição à raios ultravioleta de uma pessoa que passe 8 horas num local totalmente iluminado com lâmpadas fluorescentes, equivale a aproximadamente 1 minuto de exposição ao sol em um dia de verão.


Corrobora este estudo um artigo publicado no British Medical Journal, onde é feito um acompanhamento de um grupo de pessoas expostas constantemente a luz de lâmpadas fluorescentes. O trabalho científico objetivou tentar encontrar alguma relação entre este tipo de iluminação e a incidência de câncer de pele (melanoma). A conclusão do trabalho mostrou que não foi possível encontrar qualquer tipo de correlação entre a iluminação fluorescente e câncer.


Talvez a origem deste mito esteja na confusão com relação às câmaras de bronzeamento artificial, que utilizam lâmpadas de funcionamento parecido, porém totalmente distintas das lâmpadas fluorescentes de uso residencial.


Mito 3: Lâmpadas fluorescentes provocam dor de cabeça. 


Também não é verdade... O mito da dor de cabeça persiste porque durante muito tempo as lâmpadas fluorescentes eram usadas quase que apenas em ambientes de escritório, onde atividades estressantes e constantes tendem a provocar dor de cabeça... mas não pela luz, e sim pela atividade em si!


Fonte: http://www.golden.blog.br

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