Somos uma loja de utilidades, presentes e lustres e queremos com esse blog nos aproximarmos de você, nosso cliente e amigo, trazendo para vocês muitas dicas de cozinha, limpeza, organização e claro, muitas receitinhas deliciosas.
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

ECONOMIZE ÁGUA E SABÃO NA HORA DE LAVAR SUA LOUÇA





Lavando com as mãos ou com a máquina, saiba como evitar desperdício

Ninguém gosta de lavar louça. É um trabalho chato, porém, inevitável. Mas como alguém precisa fazê-lo, nada melhor do que economizar água e sabão nesse processo. Veja agora um passo-a-passo para você lavar a louça da melhor maneira possível: economizando.

1. Materiais
Adquira uma esponja biodegradável (a esponja verde e amarela é de difícil reciclagem), procure instalar um aerador na torneira (economiza bastante água) e utilize detergente biodegradável ou sabão em pedra (dura mais).

2. Organização da louça e retirada do excesso de sujeira
O primeiro passo é organizar a sua louça de modo que as peças mais limpas sejam lavadas primeiro, assim você pode deixar as mais sujas dentro da pia e, à medida em que a água da lavagem vai caindo na pia, a sujeira da louça mais suja amolece. Um bom exemplo é deixar uma panela dentro da pia enquanto você lava talheres. Além disso, retire manualmente e sem água as sujeiras maiores.

3. Preparação do detergente
Em vez de encher a bucha de detergente, separe uma pequena vasilha com água e coloque um pouco de detergente dentro dela ou misture sabão em seu interior. Dessa maneira, é possível economizar o produto em questão, além de poupar água – já que não haverá excesso de sabão nas peças.

4. Lavagem
Quando a lavagem se inicia, abra a torneira o mínimo possível. O excesso de água não é garantia de uma louça bem limpa e você ainda pode molhar a sua roupa. Fechar a torneira quando nenhuma peça estiver sendo lavada é essencial. Outra dica é ensaboar vários itens que podem ser lavados juntos, como talheres e potes.

5. Reutilizar a água
Com a água que você deixou cair na panela é possível ajudar a tirar o excesso de sujeira de outras peças ou até limpar embalagens longa vida e filmes plásticos e deixá-los aptos para a reciclagem.

6. Limpar a pia quase no fim
Quando estiver chegando a hora de lavar as últimas peças, já inicie a limpeza da pia para aproveitar água.

7. Máquina de lavar louças
Outra possibilidade de lavar louças economicamente é tendo uma máquina específica para isso. Dúvidas podem surgir a respeito da real eficiência do aparelho: ele realmente gasta menos água? Gasta muita energia?

Uma lavagem de louça de refeição principal costuma jogar pelo ralo cerca de 123 litros de água quando feita do modo tradicional.

Com a lava louças só é preciso utilizar o sabão e o gasto com água é seis vezes menor (cerca de 20,5 litros), sem contar que a quantidade de louças que é possível lavar por ciclo é bem grande – em uma lavagem é possível limpar a louça de até oito pessoas.

A Lava Louças Brastemp 8 Serviços, por exemplo, possui gasto de energia de 1.2 kWh, que representa um custo mensal muito baixo, compatível com o padrão A (consumo baixo de energia) para eletrodomésticos.

Outra vantagem é o fator tempo. De acordo com levantamento feito pela marca, ao lavar louça uma pessoa gasta cerca de 300 horas por ano. Só para se ter uma ideia, com todo esse tempo seria possível ir e voltar de São Paulo a Manaus (de carro) seis vezes.

Para evitar problemas, atente para alguns detalhes na hora da compra da máquina. Veja se há pessoas que reclamaram dela em fóruns na internet, e procure informações a respeito de gastos com energia e água.

Texto: Alberto Cerri


sexta-feira, 17 de junho de 2011

USANDO O BICARBONATO DE SÓDIO NA LIMPEZA

O bicarbonato de sódio pode ser um forte aliado na faxina. Serve para limpar o fogão, tirar odores da geladeiras e comida do fundo da panela. São várias utilidades que este pó branco milagroso tem. 
Confira:




1. Remoção de odores da geladeira ou freezer
Utilize uma colher de sopa de bicarbonato de sódio para meio litro de água morna. Utilizando um pano, limpe as paredes e prateleiras. Em geladeiras sem sistema frost-free, espere o degelo para fazer a limpeza. Depois, passe outro pano para secar. O mesmo processo pode ser feito com embalagens de plástico.

2. Potes, panelas e utensílios de cozinha
Limpe graxa e alimentos incrustados em assadeiras umedecendo-as com água quente e borrifando bicarbonato de sódio. Deixe descansar por uma hora e esfregue com uma esponja. Para soltar alimentos assados ou ressecados de panelas, ferva água e bicarbonato de sódio em fogo baixo nas panelas. Quando o alimento se soltar, deixe a panela esfriar e limpe-a.

3. Manchas de panela antiaderente
Ferva uma xícara de água, duas colheres de sopa de bicarbonato de sódio e 1/2 xícara de alvejante na panela por vários minutos. Lave a panela como de costume.

4. Limpeza de utensílios de aço inox
Eles podem ser limpos com bicarbonato dissolvido em água ou borrifado diretamente em uma esponja ou pano de limpeza. Basta esfregar a superfície. Depois, enxágue-a e esfregue-a suavemente com camurça para secar.

5. Limpeza de pisos
Limpe pisos cerâmicos com 1/2 xícara de bicarbonato de sódio em um balde de água morna. Use um esfregão com a solução e depois enxágue o piso. Remova marcas pretas de salto de sapato sobre pisos de linóleo ou vinil com uma esponja dupla face umedecida e mergulhada em bicarbonato de sódio.

6. Limpeza de forno
Para uma limpeza completa, deixe uma xícara de amoníaco em um forno frio e fechado durante a noite para soltar a sujeira. Pela manhã, limpe o amoníaco. Depois, limpe as superfícies com bicarbonato de sódio.

7. Manchas de café, chá e ferrugem
Para limpar chaleiras e filtros de cafeteiras, encha com água, adicione duas ou três colheres de sopa de bicarbonato de sódio e ferva por um período de 10 a 15 minutos. Depois que o utensílio esfriar, esfregue e enxágue-o completamente. Mergulhe uma esponja umedecida em bicarbonato de sódio e esfregue as manchas de café e chá das xícaras. Manchas difíceis podem requerer também um pouco de sal. Para remover manchas de ferrugem em chaleiras, encha a chaleira de água e adicione duas colheres (de sopa) de bicarbonato de sódio e suco de meio limão. Ferva a solução em fogo baixo por 15 minutos e depois enxágue a chaleira.

8. Prevenção e eliminação de entupimentos
Para evitar entupimentos, despeje periodicamente 1/2 xícara de bicarbonato de sódio no ralo de sua pia, seguido de água quente. O bicarbonato de sódio e o vinagre formarão uma espuma que limpará o dreno e ajudará a evitar entupimentos. Use 1/2 xícara de bicarbonato de sódio, seguido de uma xícara de vinagre. Quando a espuma diminuir, enxágue o dreno com água quente.

9. Lixo e tábua de carne
Esfregue a tábua de carne de madeira com bicarbonato de sódio para remover odores. Reduza o odor de latas de lixo borrifando bicarbonato cada vez que adicionar lixo. Lave e desodorize periodicamente as latas de lixo com uma solução de uma xícara de bicarbonato de sódio para cada 3,5 litros de água.

10. Carpetes e mofo
Para retirar o mau cheiro de carpetes e tapetes, basta pulverizar bicarbonato e aspirar em seguida. Para retirar mofo, utilize solução de água e bicarbonato para limpar a superfície. Quanto mais frágil for a superfície, menos bicarbonato deve ser utilizado na mistura.

11. Lavar roupa
Adicione uma colher de sopa de bicarbonato de sódio ao sabão em pó na hora de lavar roupas brancas. O produto ajuda a tirar as manchas.

12. Gordura
Use esta solução caseira para eliminar depósitos de gordura de fornos, painéis traseiros de pias ou superfícies esmaltadas polidas: 1/4 de xícara de bicarbonato de sódio; 1/2 xícara de vinagre branco; 1 xícara de amoníaco; 3,5 litros de água quente. Cuidado: sempre use luvas de borracha e trabalhe em uma área bem ventilada.

13. Esponjas e panos de limpeza
Deixe panos de limpeza e esponjas mergulhados em solução de água com bicarbonato de sódio durante a noite.

sábado, 11 de junho de 2011

APRENDA A PREPARAR SABÃO COM ÓLEO DE COZINHA



Produzir sabão em casa, além de ser uma boa alternativa econômica e gerar  produtos de boa qualidade, o sabão feito em casa pode ser uma excelente forma de reciclagem, com o reaproveitamento do óleo de cozinha usado em sua casa.



Vamos ensinar a fazer sabão através de um método bastante fácil, com a opção de utilizar materiais novos e também de reutilizar o óleo da cozinha. 

Material Necessário para Fazer Sabão

O material necessário para a produção de sabão é bastante simples e econômico, são produtos baratos e que rendem bastante, assim vamos passar a lista dos produtos, que são:  
  •  meio litro de soda caustica em estado líquido 
  • 2 litros de gordura ou óleo (pode ser aproveitado o óleo de cozinha ou gordura já usada para frituras, que deve ser primeiramente coada)
  • ¼ de litro de álcool em garrafa ou álcool combustível 
  • 1 litro e meio de água
  • um balde 
  • um cabo de vassoura ou semelhante

Como Fazer o Sabão

Separe todos os produtos necessários já na medida recomendada e coloque em uma bancada próxima ao local em que vai trabalhar. Utilize luvas de borracha para evitar contato com a soda caustica que pode causar uma lesão na pele.

Cuidados
A seguir coloque todos os ingredientes descritos acima no balde e misture muito bem com o cabo da vassoura.
Você deve ficar mexendo na mistura por cerca de 40 minutos, até que comece a tomar a consistência de uma massa, ou um creme.
Durante esse processo pode surgir um líquido que não se mistura, mas você continua mexendo sempre devagar, até que tome a consistência desejada, pois quando o sabão chegar no ponto desejado você vai poder jogar fora esse líquido.

Preparo
Depois que estiver no ponto coloque a mistura em um recipiente largo, que sirva de forma, para que fique na altura que você deseja o sabão. Espere curar a mistura por no mínimo 8 dias, tempo ideal para que o sabão seque e fique bem branco.

Outras Dicas

Com a prática você vai ver como é simples fazer sabão, além do mais o produto fabricado por você terá uma qualidade muito maior.
Para dar um cheirinho bom ao sabão, você pode misturar alguma essência de sua preferência na massa, e com o tempo pode aprimorar a receita, que pode ser aumentada ou diminuída, guardando as devidas proporções entre os ingredientes, para que o produto final tenha sempre a mesma qualidade.

terça-feira, 17 de maio de 2011

MINHA VIDA SEM PLÁSTICO

Matéria muito interessante sobre a experiência de passar uma semana sem utilizar nada de plástico, muito de difícil para fazermos na nossa vida industrializada de hoje. Mas, fica a reflexão...Será que pelo menos alguns de nossos hábitos não podem ser mudados para pouparmos um pouco o nosso planeta?



Minha vida sem plástico

por Camilla Costa
O plástico está em quase todas as coisas e momentos da nossa vida. Mas será que dá para viver sem ele? A SUPER foi à minha casa, recolheu todos os plásticos, e passei uma semana tentando sobreviver sem eles. Foi ainda mais difícil do que eu imaginava.

Dia 1


Oito da manhã. O despertador toca, eu acordo e me levanto da cama. Até aí, tudo tranquilo - meu despertador é de metal e, como todo mundo, uso chinelos de borracha. Vou ao banheiro, e as coisas começam a se complicar. O assento da privada, que era de plástico, foi trocado por um de madeira maciça. Custou 10 vezes mais caro, mas valeu: ele é bem mais quentinho que o de plástico. Pena que não estamos no inverno. No banho, não posso usar meu xampu e condicionador (que vêm em embalagens plásticas), e lavo o cabelo com sabonete. Eu já sabia que não ia dar certo. Meu cabelo ficou duro, todo armado, e teve de passar o resto do dia preso. Que ótimo.

Hora de escovar os dentes. Pego minha escova de dentes, feita de madeira e cerdas naturais, que só encontrei depois de muita pesquisa na internet. Como desde a década de 1990 o creme dental não é mais comercializado em tubinhos de alumínio, vou escovar usando bicarbonato de sódio - como as pessoas faziam no século 19. Nada de menta nem gostinho refrescante; parece sal. Já a escova é uma delícia. Suas cerdas são hipermacias, parecem acariciar meus dentes. Olho a embalagem e tenho uma surpresa. As cerdas, que eu achei serem de fibra vegetal, na verdade são pelos de javali.

Troco minha carteira de tecido e plástico por uma de couro, como a bolsa. Sem todos aqueles cartões de crédito, do plano de saúde, da locadora etc - que são de plástico e eu não posso usar -, a carteira ficou murcha. A bolsa também está mais leve. Mas tudo bem. Só sinto falta mesmo do iPod, que não posso usar (não encontrei um fone de ouvido que não seja de plástico). No trabalho, não tenho escolha: sou obrigada a usar o computador da firma, todinho de plástico. Mas meu celular eu posso escolher. O iPhone, de vidro e alumínio, seria perfeito. Só que Steve Jobs não concorda - decidiu fazer a nova versão do iPhone, 3GS, com a traseira de plástico. Tento um celular chinês, imitação do iPhone original, mas ele não funciona. Fico incomunicável.

Recuso a bandeja do restaurante e equilibro meu prato na mão para almoçar. Certamente me acham maluca quando insisto em tomar o suco de laranja na minha própria caneca - uma daquelas que a gente ganha de brinde e jamais usa, a não ser como porta-copos.

Dia 2


Vou à padaria. Na hora de embalar o presunto, o atendente não me deixa levar os 100 gramas sem plástico, direto na embalagem de papel. Insisto e ganho a disputa. No mercado, procuro um substituto ao queijo do dia a dia - que sempre vem embalado em plástico ou isopor (que é poliestireno, um tipo de plástico). Acabo comprando um queijo pseudo-francês, que vem dentro de uma caixa de papel e por isso é 4 vezes mais caro. Mas é bem mais gostoso. Aproveito para levar um desodorante aerosol, em lata de metal, e algumas frutas a granel - carregá-las sem saquinhos plásticos é mais fácil do que eu pensava. Isso porque fui munida de minhas várias ecobags, que tenho há algum tempo - e me dão créditos no cartão fidelidade do supermercado.

Está um solão, mas não posso usar óculos de sol (todos os meus têm armação de plástico). Talvez por isso, fico com dor de cabeça. Mas também não posso tomar remédios, pois eles sempre vêm em cartelinhas de plástico.

De tarde, meu lanche é bem espartano: só uma maçã. Nada de biscoito, nem barrinha, nem chocolate. Essa é a melhor parte de ficar sem plástico, parece: come-se menos. Acho que emagreci.

Dia 3


Acordo com dona Nair, a diarista, tocando a campainha. E me lembro de que, na faxina, não podemos usar nada que tenha plástico. Nada de balde, pá, nem produtos de limpeza. Só uma vassoura de madeira, um baldinho de alumínio, suco de limão, água e sabão em pó (que vem numa caixa de papelão). Para minha surpresa, dona Nair nem liga: "Ah, minha filha, tô acostumada. No interior não tem esses produtos todos". Limão é eficiente para remover sujeira, gordura e manchas de ferrugem. Mas no fim do serviço, Nair reclama: "Não sei se ficou bom".

Fome. Mas o presunto, comprado ontem na padaria em embalagem de papel, já está difícil de comer. O papel absorve a água da comida, que fica ressecada. Se estivesse envolta em plástico, conservaria a umidade por mais tempo.

Saio de casa para comprar presentes de Natal. Morrendo de sede, me dou conta de que simplesmente não existem garrafinhas de água que não sejam de plástico à venda nas ruas. Só me sobrava o refrigerante, cujo açúcar certamente me daria mais sede. Resolvo ficar sem tomar nada. De noite, vou jantar com minha irmã e tenho que comprar uma caríssima Perrier (R$ 9). Era a única água em garrafa de vidro disponível no restaurante.

Dia 4

Abro o guarda-roupa procurando algo para usar no calor. Mas o vestido que eu queria colocar tem 96% de poliéster (fibra de plástico). Pior: percebo que a maioria das minhas saias e shorts tem botões ou zíperes plásticos. Com isso, o guarda-roupa sofre uma baixa considerável. Encontro um vestido de algodão que salva o dia.

Vou à feira achando que seria mais fácil comprar comida sem consumir plástico. Mas não é bem assim. Todos os feirantes me oferecem sacos plásticos, como num supermercado, e boa parte das verduras e legumes já está embalada. Compro pouco, porque não posso sacar dinheiro do banco (o cartão é de plástico, lembra?). Como um pastel, mas tenho que pedir um copo de vidro no bar da esquina para beber caldo de cana. O atendente do bar fica sem saber como responder o meu pedido, e tenho que explicar que estou fazendo uma reportagem. Ele acha estranho. A moça do pastel acha o máximo.

Dia 5

Como os saquinhos plásticos estão proibidos aqui em casa, deposito o lixo reciclável numa caixa de papelão - e o orgânico, em sacolas de papel estrategicamente deixadas na cozinha e no banheiro. O prédio aceita, mas não faz a coleta: eu mesma tenho que levar as sacolas até o cantinho do lixo, na garagem. Apesar disso, tenho menos problemas do que imaginava. As sacolas, feitas de papel kraft (mais grosso), não ficam molhadas nem fedidas. E percebo que estou produzindo 50% menos lixo. Isso me dá orgulho.

Dia 6


Acordo com depressão. Ir ao supermercado é horrível, já que não dá para comprar quase nada que possa se juntar para formar uma refeição. Me dou conta de que não posso comprar iogurte, arroz, feijão ou cereais. Carne, nem pensar. Chateada por não encontrar nem macarrão em embalagem plástico-free, vou a uma loja de massas frescas perto de casa. Eles também só vendem em sacos plásticos. Droga. Quando falo com amigos sobre a matéria, a reação é quase sempre a mesma. Primeiro acham legal e depois perguntam: "E para fazer tal coisa, como você vai se virar?" Quando termino de argumentar, todos ficam em silêncio, me medindo de cima a baixo. Eu sei. Eles estão procurando algo de plástico em mim para poder mostrar que eu fracassei.

Dia 7

Não sinto falta da maioria das coisas que não posso usar. Mas estou com problemas para escovar os dentes. A escova já se desgastou, e meus dentes estão arranhados pelo bicarbonato de sódio. No trabalho, recebo parabéns dos colegas por continuar usando a canequinha. Mas, na hora do bolo dos aniversariantes do mês, tenho que me lambuzar sem garfo nem prato plástico. Chego em casa e vejo TV no computador. Meia-noite. Acabou.

Posso voltar à vida normal. Não consegui me livrar de todo o plástico do dia a dia. Mas deu para mudar alguns hábitos. Mandei todos os saquinhos plásticos de casa para a reciclagem e pretendo continuar com as sacolas de papel. Também me apeguei à caneca. E estou cogitando seriamente substituir parte dos utensílios de cozinha. Algo me diz que também vou continuar demorando bastante para escolher os produtos no supermercado.

Mas complicado mesmo vai ser quando o petróleo escassear, subir de preço, e o plástico se tornar uma matéria-prima cara. Nem tudo poderá ser feito ou embalado em metal, vidro e papel. Acho que o plástico começará a ser reciclado em grande escala. Afinal, ele existe de sobra pelos lixões do planeta - são bilhões e bilhões de toneladas, que ficarão no mundo por muito tempo.

O mundo consome 1,5 bilhão de sacos plásticos por dia.

Mais de 80% dos plásticos são usados uma vez e jogados fora.

Fonte: http://super.abril.com.br/ecologia/minha-vida-plastico-626241.shtml

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