Somos uma loja de utilidades, presentes e lustres e queremos com esse blog nos aproximarmos de você, nosso cliente e amigo, trazendo para vocês muitas dicas de cozinha, limpeza, organização e claro, muitas receitinhas deliciosas.

terça-feira, 17 de maio de 2011

MINHA VIDA SEM PLÁSTICO

Matéria muito interessante sobre a experiência de passar uma semana sem utilizar nada de plástico, muito de difícil para fazermos na nossa vida industrializada de hoje. Mas, fica a reflexão...Será que pelo menos alguns de nossos hábitos não podem ser mudados para pouparmos um pouco o nosso planeta?



Minha vida sem plástico

por Camilla Costa
O plástico está em quase todas as coisas e momentos da nossa vida. Mas será que dá para viver sem ele? A SUPER foi à minha casa, recolheu todos os plásticos, e passei uma semana tentando sobreviver sem eles. Foi ainda mais difícil do que eu imaginava.

Dia 1


Oito da manhã. O despertador toca, eu acordo e me levanto da cama. Até aí, tudo tranquilo - meu despertador é de metal e, como todo mundo, uso chinelos de borracha. Vou ao banheiro, e as coisas começam a se complicar. O assento da privada, que era de plástico, foi trocado por um de madeira maciça. Custou 10 vezes mais caro, mas valeu: ele é bem mais quentinho que o de plástico. Pena que não estamos no inverno. No banho, não posso usar meu xampu e condicionador (que vêm em embalagens plásticas), e lavo o cabelo com sabonete. Eu já sabia que não ia dar certo. Meu cabelo ficou duro, todo armado, e teve de passar o resto do dia preso. Que ótimo.

Hora de escovar os dentes. Pego minha escova de dentes, feita de madeira e cerdas naturais, que só encontrei depois de muita pesquisa na internet. Como desde a década de 1990 o creme dental não é mais comercializado em tubinhos de alumínio, vou escovar usando bicarbonato de sódio - como as pessoas faziam no século 19. Nada de menta nem gostinho refrescante; parece sal. Já a escova é uma delícia. Suas cerdas são hipermacias, parecem acariciar meus dentes. Olho a embalagem e tenho uma surpresa. As cerdas, que eu achei serem de fibra vegetal, na verdade são pelos de javali.

Troco minha carteira de tecido e plástico por uma de couro, como a bolsa. Sem todos aqueles cartões de crédito, do plano de saúde, da locadora etc - que são de plástico e eu não posso usar -, a carteira ficou murcha. A bolsa também está mais leve. Mas tudo bem. Só sinto falta mesmo do iPod, que não posso usar (não encontrei um fone de ouvido que não seja de plástico). No trabalho, não tenho escolha: sou obrigada a usar o computador da firma, todinho de plástico. Mas meu celular eu posso escolher. O iPhone, de vidro e alumínio, seria perfeito. Só que Steve Jobs não concorda - decidiu fazer a nova versão do iPhone, 3GS, com a traseira de plástico. Tento um celular chinês, imitação do iPhone original, mas ele não funciona. Fico incomunicável.

Recuso a bandeja do restaurante e equilibro meu prato na mão para almoçar. Certamente me acham maluca quando insisto em tomar o suco de laranja na minha própria caneca - uma daquelas que a gente ganha de brinde e jamais usa, a não ser como porta-copos.

Dia 2


Vou à padaria. Na hora de embalar o presunto, o atendente não me deixa levar os 100 gramas sem plástico, direto na embalagem de papel. Insisto e ganho a disputa. No mercado, procuro um substituto ao queijo do dia a dia - que sempre vem embalado em plástico ou isopor (que é poliestireno, um tipo de plástico). Acabo comprando um queijo pseudo-francês, que vem dentro de uma caixa de papel e por isso é 4 vezes mais caro. Mas é bem mais gostoso. Aproveito para levar um desodorante aerosol, em lata de metal, e algumas frutas a granel - carregá-las sem saquinhos plásticos é mais fácil do que eu pensava. Isso porque fui munida de minhas várias ecobags, que tenho há algum tempo - e me dão créditos no cartão fidelidade do supermercado.

Está um solão, mas não posso usar óculos de sol (todos os meus têm armação de plástico). Talvez por isso, fico com dor de cabeça. Mas também não posso tomar remédios, pois eles sempre vêm em cartelinhas de plástico.

De tarde, meu lanche é bem espartano: só uma maçã. Nada de biscoito, nem barrinha, nem chocolate. Essa é a melhor parte de ficar sem plástico, parece: come-se menos. Acho que emagreci.

Dia 3


Acordo com dona Nair, a diarista, tocando a campainha. E me lembro de que, na faxina, não podemos usar nada que tenha plástico. Nada de balde, pá, nem produtos de limpeza. Só uma vassoura de madeira, um baldinho de alumínio, suco de limão, água e sabão em pó (que vem numa caixa de papelão). Para minha surpresa, dona Nair nem liga: "Ah, minha filha, tô acostumada. No interior não tem esses produtos todos". Limão é eficiente para remover sujeira, gordura e manchas de ferrugem. Mas no fim do serviço, Nair reclama: "Não sei se ficou bom".

Fome. Mas o presunto, comprado ontem na padaria em embalagem de papel, já está difícil de comer. O papel absorve a água da comida, que fica ressecada. Se estivesse envolta em plástico, conservaria a umidade por mais tempo.

Saio de casa para comprar presentes de Natal. Morrendo de sede, me dou conta de que simplesmente não existem garrafinhas de água que não sejam de plástico à venda nas ruas. Só me sobrava o refrigerante, cujo açúcar certamente me daria mais sede. Resolvo ficar sem tomar nada. De noite, vou jantar com minha irmã e tenho que comprar uma caríssima Perrier (R$ 9). Era a única água em garrafa de vidro disponível no restaurante.

Dia 4

Abro o guarda-roupa procurando algo para usar no calor. Mas o vestido que eu queria colocar tem 96% de poliéster (fibra de plástico). Pior: percebo que a maioria das minhas saias e shorts tem botões ou zíperes plásticos. Com isso, o guarda-roupa sofre uma baixa considerável. Encontro um vestido de algodão que salva o dia.

Vou à feira achando que seria mais fácil comprar comida sem consumir plástico. Mas não é bem assim. Todos os feirantes me oferecem sacos plásticos, como num supermercado, e boa parte das verduras e legumes já está embalada. Compro pouco, porque não posso sacar dinheiro do banco (o cartão é de plástico, lembra?). Como um pastel, mas tenho que pedir um copo de vidro no bar da esquina para beber caldo de cana. O atendente do bar fica sem saber como responder o meu pedido, e tenho que explicar que estou fazendo uma reportagem. Ele acha estranho. A moça do pastel acha o máximo.

Dia 5

Como os saquinhos plásticos estão proibidos aqui em casa, deposito o lixo reciclável numa caixa de papelão - e o orgânico, em sacolas de papel estrategicamente deixadas na cozinha e no banheiro. O prédio aceita, mas não faz a coleta: eu mesma tenho que levar as sacolas até o cantinho do lixo, na garagem. Apesar disso, tenho menos problemas do que imaginava. As sacolas, feitas de papel kraft (mais grosso), não ficam molhadas nem fedidas. E percebo que estou produzindo 50% menos lixo. Isso me dá orgulho.

Dia 6


Acordo com depressão. Ir ao supermercado é horrível, já que não dá para comprar quase nada que possa se juntar para formar uma refeição. Me dou conta de que não posso comprar iogurte, arroz, feijão ou cereais. Carne, nem pensar. Chateada por não encontrar nem macarrão em embalagem plástico-free, vou a uma loja de massas frescas perto de casa. Eles também só vendem em sacos plásticos. Droga. Quando falo com amigos sobre a matéria, a reação é quase sempre a mesma. Primeiro acham legal e depois perguntam: "E para fazer tal coisa, como você vai se virar?" Quando termino de argumentar, todos ficam em silêncio, me medindo de cima a baixo. Eu sei. Eles estão procurando algo de plástico em mim para poder mostrar que eu fracassei.

Dia 7

Não sinto falta da maioria das coisas que não posso usar. Mas estou com problemas para escovar os dentes. A escova já se desgastou, e meus dentes estão arranhados pelo bicarbonato de sódio. No trabalho, recebo parabéns dos colegas por continuar usando a canequinha. Mas, na hora do bolo dos aniversariantes do mês, tenho que me lambuzar sem garfo nem prato plástico. Chego em casa e vejo TV no computador. Meia-noite. Acabou.

Posso voltar à vida normal. Não consegui me livrar de todo o plástico do dia a dia. Mas deu para mudar alguns hábitos. Mandei todos os saquinhos plásticos de casa para a reciclagem e pretendo continuar com as sacolas de papel. Também me apeguei à caneca. E estou cogitando seriamente substituir parte dos utensílios de cozinha. Algo me diz que também vou continuar demorando bastante para escolher os produtos no supermercado.

Mas complicado mesmo vai ser quando o petróleo escassear, subir de preço, e o plástico se tornar uma matéria-prima cara. Nem tudo poderá ser feito ou embalado em metal, vidro e papel. Acho que o plástico começará a ser reciclado em grande escala. Afinal, ele existe de sobra pelos lixões do planeta - são bilhões e bilhões de toneladas, que ficarão no mundo por muito tempo.

O mundo consome 1,5 bilhão de sacos plásticos por dia.

Mais de 80% dos plásticos são usados uma vez e jogados fora.

Fonte: http://super.abril.com.br/ecologia/minha-vida-plastico-626241.shtml

segunda-feira, 16 de maio de 2011

VOCÊ SABE COMO LIMPAR E CONSERVAR SEUS LIVROS?



De tempos em tempos, são necessários alguns cuidados com os livros que ficam em estantes, armários e prateleiras, para que o tempo não destrua essas obras, geralmente guardadas com tanto carinho. Quem tem amor pelos seus livros sabe do que estou falando.

Ao arrumar a estante ou biblioteca, preste atenção  no estado dos livros e papéis, procurando consertar os que estiverem danificados, para que não se destruam.

CONSERVAÇÃO E LIMPEZA
  • Pelo menos 2 vezes por ano, passe uma escova de roupa na parte superior dos livros e nas páginas, para retirar a poeira acumulada.

UMIDADE
  • Proteja seus livros da umidade (que pode se transformar em mofo), espalhando nas estantes pedaços de algodão embebidos em essência de terebintina, trocando-os periodicamente.
  • Mantenha sua biblioteca e estantes livres de umidade colocando pelos cantos alguns frascos de boca larga, descobertos, com cal virgem até a metade, que deverá ser renovada a cada 6 meses.

INSETOS NOS LIVROS
  • TRAÇAS — A melhor coisa para exterminar traças nos livros, sem perigo de estragá-los, é usar gasolina.
  • PULGAS NOS LIVROS — Esses bichinhos que se alojam nos livros são mesmo preferem, principalmente, as grandes obras (que ficam fechadas por muito tempo), devorando e destruindo, até mesmo, uma coleção inteira. Para combatê-los, aqui vai uma receitinha infalível contra esses bichinhos.
Mande preparar em farmácia:
  • 250g de essência de terebintina
  • 50g de naftalina
  • 75g de salicilato de metila
  • 10g de oxianureto HG

Peça para ser feito incolor, explicando que é para ser usado em livros. Agite bem e misture em 5 litros de solvente para limpeza. Espalhe nos livros, com um pincel. Reduzir a receita, de acordo com seu uso.

ENCADERNAÇÃO DE COURO
  • Passe nessa encadernação uma solução de éter e óleo de linhaça, em partes iguais. Numa emergência, esfregue um paninho macio umedecido em vinagre branco. As lombadas dos livros de couro devem ser limpas de vez em quando, esfregando-se nelas uma pomada branca para calçados. Além de limpar, vão se conservar muito melhor.
  • Essa encadernação também ficará muito bonita, esfregando seu couro com flanela embebida na mistura de gema de ovo desfeita em álcool 90°.
  • Os livros encadernados de couro poderão durar até anos, desde que se conservem limpos e cobertos com uma leve camada de vaselina, que deve ser renovada de quando em quando.
  • De 2 em 2 anos, mande preparar em farmácia a seguinte mistura: 3g de bicloreto de mercúrio, 3g de fenol e 100cc de álcool metílico. Pincelar com essa mistura as capas dos livros, por dentro e por fora, assim como a lombada e as partes das folhas.

MANCHAS NOS LIVROS
  • Dedos — Essas manchas que ficam nas páginas dos livros, pelo seu freqüente manuseio, saem se forem esfregadas com miolo de pão.
  • Gordura — Tira-se colocando-se um mata-borrão sobre a mancha e, por cima dele, um ferro bem quente (não demais).
  • Bolor — mofo — Os anti-sépticos e os perfumes evitam que os livros criem bolor. As essências de alfazema, terebintina e nitrobenzina são as mais indicadas para se passar nos livros.
  • As manchas de mofo e as deixadas pelas moscas também podem ser tiradas, esfregando-se um paninho macio, umedecido em vinagre; depois, passar algodão seco.

ALGUNS CONSELHOS
  • Quando as páginas de um livro ficarem grudadas por causa da umidade, basta colocá-lo ao sol, ou dentro de um forno tépido; porém, é preciso colocar um peso sobre as páginas, para que elas não se curvem enquanto secam.
  • Para "vestir" os livros, dependendo de sua qualidade, do conteúdo ou da raridade da obra, podem ser usados os seguintes materiais: pergaminho, couro de porco, vaqueta, tecido estampado, Veludo, cânhamo ou mesmo a estopa.



Espero que essas dicas sejam muito uteis e ajudem a conservam esse bem tão precioso que são os livros!!


Fonte: Livro "Sebastiana Quebra-Galho" - Nenzinha Machado Salles

segunda-feira, 9 de maio de 2011

FAÇA SUA LISTA DE CASAMENTO CONOSCO!





FAÇA SUA LISTA DE PRESENTES DE CASAMENTO NA GRANDLAR !

Poder escolher objetos que combinem com a decoração de sua nova casa e facilitar a vida dos convidados são as principais vantagens da Lista de Presentes.

A Lista de Casamento deve ser feita antes dos convites começarem a ser entregues para que quando os convidados perguntarem, você possa passar o nome da loja. 

É importante que sua lista tenha objetos de preços variados, para que os convidados tenham liberdade de escolha.

A linha de produtos é a mais completa para a sua casa, não apenas de presentes ou objetos decorativos, mas também de utilidades indispensáveis para o dia-a-dia da sua nova vida. 

Além disso, na Grandlar você não precisa marcar nem data e nem horário para fazer a sua lista, nós sabemos das dificuldades do dia-a-dia de uma noiva.

Seus convidados ficarão muito satisfeitos porque gastam muito menos, já que na Grandlar, os preços são muito baixos. 

Os presentes comprados na nossa lojas podem ser levados pelos convidados ou deixados para que os noivos retirem na loja, para isso, nós entraremos em contato por telefone ou email logo após a compra do presente.

A Troca dos Produtos da Lista 

Após o casamento, você poderá realizar a troca dos presentes que ganhou dentro da sua lista na nossa loja a qualquer momento.
Não há limite de trocas, ou seja, você pode trocar até 100% dos produtos comprados da sua lista, por que sabemos que isso faz a diferença na hora de ajustar os produtos às necessidades do seu dia-a-dia.

Elaborando a Lista de Casamento

Para fazer a sua lista de casamento é só comparecer na nossa loja, sem precisar agendar horário. Você receberá as instruções para o preenchimento da lista e a escolha do que deseja ganhar.


Venha conhecer nossos produtos e deixe sua Lista de Casamento aqui, na Grandlar!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

PAD THAI - COMIDA TAILANDESA

Na cozinha, os tailandeses buscam agradar ao corpo num sentido amplo, adicionando sensações sofisticadas ao paladar e à alimentação.

Doce, salgado, azedo, picante, suave e amargo são palavras comuns no vocabulário dos chefs tailandeses. Para eles, não basta apenas desenvolver sabores agradáveis, a boca do cliente deve passar por experiências sensoriais inspiradoras. 

A criatividade local é abastecida pelos frutos do solo tropical, como no Brasil, rico em condimentos peculiares, como pimentas, raiz de cidró, folha de limão, alho, gengibre, coentro, curry em pasta e manjericão doce, além do leite e açúcar de coco, que figuram em destaque nas cozinhas tailandesas. Parte da inspiração da culinária thai é explicada pela profusão de influências no seu território. Chineses, indianos e até portugueses deixaram sua contribuição quando passaram por lá.




Para você não ficar com água na boca,  uma receita do Pad Thai, um prato de camarões com dezenas de temperos. O prato é recomendado para mãos experientes ao fogão.

Ingredientes
- 2 ovos
- 1 colher (de sopa) de saquê-mirim
- 1 colher (de chá) de açúcar
- 1 cebola roxa
- 1 e meia xícara (de chá) de camarões médios, limpos e sem casca (podem ser substituídos por tiras de filé ou frango)
- 1 colher (de sopa) de gengibre ralado
- 2 dentes de alho picados
- Meio pimentão vermelho em tirinhas
- 1 xícara (de chá) de broto de feijão
- 2 xícaras (de chá) de brócolis congelado (se fresco, cozido em água fervente salgada e resfriado)
- 1 xícara (chá) de ervilhas congeladas (se frescas, cozidas em água fervente salgada e resfriadas)
- 6 colheres (de sopa) de molho de soja
- 2 colheres (de sopa) de molho de peixe tailandês (nam pla)
- 1 colher (de sopa) de molho de ostras
- 2 colheres (de sopa) de açúcar mascavo
- 375 gramas de massa oriental (para yakisoba, cozida al dente em água salgada, ou massa de arroz)
- 1 limão
- 4 colheres (de sopa) de cebolinha
- 4 colheres (de sopa) de salsinha
- 4 colheres (de sopa) de hortelã
- 4 colheres (de sopa) de coentro
- 4 colheres (de sopa) de manjericão
- 2 pimentas dedo-de-moça em fatias finas, sem sementes
- Meia xícara (de chá) de amendoim sem pele ou castanha-de-caju, torrados
- 12 tomates-cereja, cortados ao meio
- 4 mini-milhos
- Meia xícara de óleo vegetal

Em uma tigela, misture os ovos, o açúcar, uma boa pitada de sal, o saquê e reserve. Em uma frigideira média, aqueça um pouco de óleo. Despeje os ovos na frigideira e frite até que as bordas estejam douradas. Doure a omelete dos dois lados e corte-a em finas tiras.

Aqueça uma panela wok com o óleo. Refogue a cebola em fatias. Junte o camarão e frite até o camarão mudar de cor (é um processo rápido). Acrescente alho e gengibre e aguarde soltar perfume. Jogue pimentão, broto de feijão, os molhos de soja, de peixe e de ostra, o açúcar mascavo e deixe cozinhar tudo por um minuto. Junte os legumes já cozidos e misture. Adicione a massa e cozinhe por outro minuto.

Acrescente o caldo do limão, as ervas (reserve algumas folhas para decorar), a pimenta vermelha, o amendoim, misture e retire do fogo. Decore com os mini-milhos, as metades de tomate-cereja, as ervas e sirva imediatamente.

Dá trabalho, mas vale a pena!!

PRODUTOS RELACIONADOS:

PANELA WOK PARIS 32 CM ANTIADERENTE - TRAMONTINA

 
Este produto você encontra na Grandlar - Rua do Imperador, 44 - Centro - Petrópolis - RJ 
 Tel: (24) 2231-4610   grandlar@oi.com.br


Fonte: http://www.tramontina.com.br/

domingo, 1 de maio de 2011

1º de Maio – DIA MUNDIAL DO TRABALHO



O Dia Mundial do Trabalho foi criado em 1889, por um Congresso Socialista realizado em Paris. A data foi escolhida em homenagem à greve geral, que aconteceu em 1º de maio de 1886, em Chicago, o principal centro industrial dos Estados Unidos naquela época.

Milhares de trabalhadores foram às ruas para protestar contra as condições de trabalho desumanas a que eram submetidos e exigir a redução da jornada de trabalho de 13 para 8 horas diárias. Naquele dia, manifestações, passeatas, piquetes e discursos movimentaram a cidade. Mas a repressão ao movimento foi dura: houve prisões, feridos e até mesmo mortos nos confrontos entre os operários e a polícia.

Em memória dos mártires de Chicago, das reivindicações operárias que nesta cidade se desenvolveram em 1886 e por tudo o que esse dia significou na luta dos trabalhadores pelos seus direitos, servindo de exemplo para o mundo todo, o dia 1º de maio foi instituído como o Dia Mundial do Trabalho.

Fonte: IBGE / Ministério do Trabalho

quarta-feira, 27 de abril de 2011

MUFFINS DE BANANA COM CANELA

Foto:http://www.pitadinha.com/2010/06/bananas-no-cafe-da-manha.html
Elas formam uma combinação perfeita para um chá ou café da tarde...


INGREDIENTES
  • 3 bananas maduras descascadas e amassadas
  • 125 ml de óleo vegetal (soja, milho, girassol, coco)
  • 2 ovos
  • 250 gr de farinha
  • 100 gr de açúcar
  • 1/2 colher de bicarbonato de sódio
  • 1 colher de chá de fermento em pó
  • 1 colher de sopa de canela (eu uso duas por que amo)

MODO DE PREPARO
  1. Pré-aqueça o forno a 200 graus e prepare 12 forminhas de muffins na assadeira própria ou em fôrmas de empada
  2. Bata os ovos com o óleo numa tigela, reserve
  3. Junte numa tigela grande: farinha + açúcar + bicarbonato + fermento em pó + canela, misture
  4. Vá acrescentando a mistura de ovos à farinha aos poucos (vai ficar uma massa bem pastosa) e depois junte as bananas
  5. Distribua nas forminhas e asse por +/- 20 minutos
Fonte: http://www.pitadinha.com/2010/06/bananas-no-cafe-da-manha.html

Você pode utilizar a mesma forma que são feitos os cupcakes para o preparo de deliciosos muffins!

terça-feira, 26 de abril de 2011

FEIJÃO PRETO CASEIRO

Na mesa de todo bom brasileiro não pode faltar aquela dobradinha deliciosa que é o arroz branco e um delicioso feijão. Mas, nem todo mundo sabe preparar esse prato simples, mas extremamente importante nas nossas refeições.


O feijão preto é uma boa fonte de fibra para baixar o colesterol, assim como a maioria dos outros legumes. Além de diminuir o colesterol, o feijão preto possuí um alto teor de fibras que impede que os níveis de açúcar no sangue subam muito rapidamente após uma refeição, fazendo com que estes sejam uma escolha especialmente recomendável para os indivíduos com diabetes, resistência à insulina ou hipoglicemia. Quando combinado com grãos integrais como o arroz integral, o feijão preto fornece uma proteína de qualidade praticamente livre de gordura elevada. Pode já estar familiarizado com a fibra de grãos e de proteína, mas isso está longe do que aquilo que todos os feijões pretos têm para oferecer.


Então, vamos ao que interessa!! É só seguir a receita abaixo e depois saborear!!





INGREDIENTES


- 2 xícara(s) (chá) de Feijão Preto
- 2 colher(es) (sopa) de óleo de soja
- 1/2 unidade(s) de cebola picada(s)
- 2 dente(s) de alho picado(s)
- 1 folha(s) de louro
- quanto baste de sal
- quanto baste de pimenta-do-reino branca moída(s)




MODO DE PREPARO


1 - Escolha o feijão, retirando todos os que estejam quebrados, murchos, secos, enrugados e as pedras, que infelizmente, costumam vir junto, às vezes, dependendo da procedência do grão. É que o feijão é seco, nas fazendas em um terreiro, às vezes, um simples pedaço de chão batido.

2 - Lave bem (umas duas ou três vezes, até a água sair limpa) e coloque-o de molho em água que o cubra, de um dia para o outro. Esse passo é importante, principalmente quando o feijão estiver mais velho e mais duro, pois vai amolecê-lo e você economizará tempo no cozimento.

3 - Leve o feijão ao fogo em panela de pressão , com a folha de louro e água (o suficiente que cubra) por cerca de 30 minutos. Esse tempo pode variar, dependendo do tipo e do tempo de colheita do feijão. Se não tiver panela de pressão, este tempo pode chegar a duas horas. Abra a panela com cuidado. O feijão deverá estar bem macio, alguns grãos já se abrindo. 

4 - Leve uma panela ao fogo. Quando aquecer, coloque o óleo. Junte a cebola e o alho picados e refogue, até que a cebola esteja transparente.

5 - Acrescente umas 2 xícaras do feijão já cozido, sem o caldo. Refogue-o e esprema-o com o auxílio de uma colher. Este processo fará com que o caldo engrosse mais.

6 - Junte umas 2 xícaras do caldo do cozimento, salgue e deixe ferver, até que esteja quase seco. Junte, então, uma xícara de água e deixe ferver mais um pouco. Este é um truque que faz com que o caldo fique mais grosso. Quando estiver na densidade que aprecia, misture ao restante do feijão cozido e estará pronto.


Fonte da receita: www.cybercook.terra.com.br

quarta-feira, 20 de abril de 2011

DELICIOSOS CUPCAKES DE PÁSCOA!!!



Adorei essa ideia de cupcakes em formato de ninho com ovinhos em cima! Perfeitos para a Páscoa!!


Ingredientes para 24 unidades:

- 1 xícara de manteiga sem sal
- 3 xícaras de farinha de trigo
- 1 colher de sopa de fermento em pó
- 1/2 colher de chá de sal
- 1 3/4 xícaras de açúcar
- 4 ovos
- 2 colheres de chá de extrato de baunilha
- 1 1/4 xícaras de leite

Todos os ingredientes devem estar em temperatura ambiente.



Modo de preparo:

1) Pré aqueça o forno a 350 graus.
2) Em uma tigela média, peneire a farinha, o fermento e o sal e reserve.
3) Bata a manteiga e o açúcar na batedeira por 3 ou 4 minutos, até formar um creme homogêneo.
4) Adicione os ovos, um de cada vez, em seguida adicione a baunilha. Com a batedeira em velocidade baixa, adicione a mistura reservada da farinha em três partes, alternando com o leite e começando e terminando com a farinha.
5) Encher cada forminha de cupcake com 2/3 de massa.
6) Leve ao forno por cerca de 20 minutos.

Após assado, espere esfriar por 5 minutos para desenformar.



Cobertura de ganache:

- 1 barra de chocolate ao leite
- 1/2 xícara + 1 colher de sopa de cacau em pó
- 1/2 xícara + 1 colher de sopa de água fervendo
- 1 1/2 xícaras de manteiga sem sal
- 1/2 xícara de açúcar de confeiteiro
- 1 pitada de sal


Modo de preparo:

1) Coloque o chocolate em banho maria em água fervendo. Desligue o fogo e mexa até que o chocolate derreta completamente, por cerca de 15 minutos.
2) Esparrame cobre uma superfície e deixe-o esfriar por em torno de 30 minutos.
3) Enquanto isso, misture o cacau em pó e água fervendo em uma tigela pequena e mexa até que o cacau se dissolva totalmente.
4) Bata a manteiga, o açúcar de confeiteiro e o sal na batedeira até formar um creme, por 3 ou 4 minutos.
5) Adicione o chocolate derretido, bata em velocidade baixa por 1 ou 2 minutos.
6) Bata a mistura de cacau.


Para decorar:


1) Método da colher:
Coloque uma colher generosa da cobertura sobre o cupcake. Usando as costas de uma colher,  faça movimentos circulares para modelar a massa de ganche em forma de ninho.



2) Método do saco de confeiteiro:
Mais prático, basta aplicar com um movimento circular para formar um ninho.

Distribua mini ovinhos por cima.

Decore com mini ovinhos ou confeitos em formato de ovinhos. E delicie-se!!


Fonte: http://blogdalelesaddi.com.br

PRODUTOS RELACIONADOS:

terça-feira, 12 de abril de 2011

COMPARE O CONSUMO DAS PRINCIPAIS LÂMPADAS NO MERCADO


Questão de luz
Campeãs de consumo, as lâmpadas incandescentes já estão com os dias contados na Europa. Mas sua reciclagem é bem mais simples que a das fluorescentes. Já o led, durável e econômico, exige um alto investimento inicial. Difícil decisão? Siga as dicas dos especialistas

Giuliana Capello, Maggi Krause e Marcio Moraes
Especial Casa Sustentável 2010 – 09/2010

Enquanto aqui no Brasil o assunto só ganha o noticiário quando acontece um apagão, a União Europeia planeja medidas drásticas. Substituir as lâmpadas incandescentes por opções mais eficientes (de modo progressivo, claro) é lei desde março de 2009. A meta: reduzir o consumo de eletricidade em 80 terawatts por hora até 2020 - o equivalente ao consumo da Bélgica ou de 23 milhões de lares europeus! 

Mas por que esse tipo de lâmpada tem fama de vilão? De toda a energia elétrica necessária para que ela funcione, pouco (entre 8 e 15%) transforma-se em luz, o restante vira calor. Só na Europa, 32 milhões de toneladas de carbono são despejadas na atmosfera por ano, segundo a Comissão de Energia da UE. Então as fluorescentes irão reinar? Por lá, sim. Mesmo contendo mercúrio, mais complicado de reciclar, será fácil devolver lâmpadas em postos de coleta .

Especialistas brasileiros ponderam que a substituição precisa de critérios. "Ao acender, a fluorescente consome quase 50% mais do que gasta para se manter ligada", explica Carlos Eduardo Uchôa Fagundes, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux). Por isso, em locais de uso rápido, como despensas e lavabos, sua vida útil diminui e ela perde a vantagem econômica.

"A incandescente, nessas condições, é mais adequada. Use um sensor de presença ou um dimmer para reduzir o consumo", ensina o designer Guinter Parschalk, especialista em iluminação. "Em ambientes que pedem aconchego, a incandescente se faz insubstituível", avalia o designer Fernando Prado. Na comparação, esse tipo de lâmpada leva vantagem em outros dois quesitos: tem produção nacional - a maioria dos bulbos compactos vem da China - e reciclagem bem mais simples, um alívio do ponto de vista ambiental.

Qualquer que seja a escolha, alguns comportamentos devem mudar. "Arquitetos e engenheiros precisam buscar um ponto de equilíbrio entre a iluminação natural e a artificial e usar lâmpadas de alto desempenho energético, sem deixar de lado o conforto", defende o arquiteto paulista Marcio Moraes, que bolou a tabela comparativa acima. Analisando-a, se observa que a diferença no total de custos vem do consumo de energia. E que os sistemas 1 e 2 possuem índice de reprodução de cor (IRC) igual a 100%, ou seja: as cores dos objetos não se alteram. A opção com led (diodo emissor de luz) promove menor gasto de energia, mas custa mais. "Ainda é algo novo, com preços altos. O desenvolvimento de novas tecnologias tende a reduzi-los", avalia o designer Fernando Prado.

O ciclo de vida do led é mais sustentável: não há contaminação no descarte e o alumínio ou o aço da estrutura podem ser reciclados. "Por durarem muitos anos, vão bem em áreas de difícil acesso, como piscinas, sancas e jardins", diz Guilherme Sartori, gerente de produtos da Osram. Também funcionam bem em locais onde se precisa da luz durante todo o dia, como em elevadores e halls de condomínios. "Nesses casos, a economia de energia é significativa", diz o engenheiro Luiz Nilton Palladino, da Soliton, indústria de tecnologia em led. Segundo ele, em obras com muitas luminárias o cabeamento da energia sai mais em conta, pois são utilizados cabos com bitola menor. "Além de possuir tons variados, o led não emite raios infravermelho e ultravioleta, por isso não prejudica a pele das pessoas e não gera calor, reduzindo o consumo de ar condicionado", explica Nilton.

DESCARTE RESPONSÁVEL
Cerca de 6 milhões de lâmpadas fluorescentes são descartados anualmente no Brasil. A reciclagem, porém, não chega a 4% desse total. "Isso vira um problema ambiental em função da presença do mercúrio, que vai para o solo e os lençóis freáticos", alerta Carlos Pachelli, da Tramppo, tel. (11) 3039-8382, empresa paulista que recicla o material. Em São Paulo, as lojas Dominici e La Lampe passaram a coletar o resíduo dos clientes.

OUTRAS RECICLADORAS:
• Bulbox, tel. (41) 3357-0778, Curitiba.
• Recicle, tel. (47) 3333-5055, Indaial, SC.
• Recitec, tel. (31) 3213-0898, Belo Horizonte. 
Veja outras no site www.coletasolidaria.gov.br.

A conta na ponta do lápis
Para iluminar um ambiente de 15 m2, com pé-direito de 2,80 m, forro branco, paredes em tom areia e piso de madeira, três lâmpadas incandescentes comuns de 100 w garantem a iluminância média (150 lux), recomendável pela Norma NBR 5 413 para atividades gerais em uma residência. Veja o que acontece quando substituímos essas lâmpadas por outras equivalentes, mas com tecnologias diferentes. Compare e economize!

SISTEMA 1
3 lâmpadas comuns incandescentes (R$ 2,50 e 100 w cada)
Fluxo luminoso nominal - 1 620 lúmens
Índice de reprodução de cor - IRC - 100%
Quantidade média de luz no ambiente - 150 lux
Vida média da lâmpada - 750 horas
Gasto com compra de lâmpadas em 1 ano - R$ 10
Energia gasta em 1 ano - R$ 126
Total de gastos em 1 ano - R$ 136

SISTEMA 2
3 lâmpadas halógenas energy saver (R$ 6,50 e 70 w cada)
Fluxo luminoso nominal - 1 450 lúmens
Índice de reprodução de cor - IRC - 100%
Quantidade média de luz no ambiente - 135 lux
Vida média da lâmpada - 2 mil horas
Gasto com compra de lâmpadas em 1 ano - R$ 9,75
Energia gasta em 1 ano - R$ 88,20
Total de gastos em 1 ano - R$ 97,95

SISTEMA 3
3 lâmpadas fluorescentes compactas (R$ 18,50 e 23 w cada)
Fluxo luminoso nominal - 1 400 lúmens
Índice de reprodução de cor - IRC - 80 a 89%
Quantidade média de luz no ambiente - 130 lux
Vida média da lâmpada - 6 mil horas
Gasto com compra de lâmpadas em 1 ano - R$ 9,25
Energia gasta em 1 ano - R$ 28,98
Total de gastos em 1 ano - R$ 38,23

SISTEMA 4
3 lâmpadas led (R$ 206 e 8 w cada)
Fluxo luminoso nominal - 600 lúmens
Índice de reprodução de cor - IRC - 80%
Quantidade média de luz no ambiente - 123 lux
Vida média da lâmpada - 70 mil horas
Gasto com compra de lâmpadas em 1 ano - R$ 25,75 (total diluído em 24 anos)
Energia gasta em 1 ano - R$ 10,16
Total de gastos em 1 ano - R$ 35,91

Compare e economize!!

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...